sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A Rio+20, agora é que começa.




Pouco menos de um mês desde o encerramento oficial da Rio+20, apelido da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, o sentimento que fica para quem acompanhou as manchetes dos principais jornais e revistas do país é de pura desilusão:
“Conferência da ONU termina com acordo criticado e deixa para mais adiante definições cruciais para o futuro do planeta” (O Globo, 23/06/12)
“Documento fraco e decepção marcam último dia da Rio+20” (O Estado de S. Paulo, 23/06/12)
“A previsível frustração com os resultados da Rio+20” (Valor, 27/06/12)
“O futuro a Deus pertence” (Carta Capital, 04/07/12)
O sentimento seria diferente a partir de uma análise mais qualificada e menos sensacionalista do que realmente estava e, principalmente, não estava em jogo nesse grande encontro planetário ocorrido no Rio de Janeiro recentemente.
 "Saiba o que estava e o que não estava em jogo, acessando à análise de Plinio Ribeiro, da Biofílica."

Por Plínio Ribeiro

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